“Eu sou O caminho A verdade e A vida”

João 14:6 diz tudo…

Testemunho

nós?

Este é o meu testemunho, a minha história..
Foi contado há uns dias na igreja em que assisto..

Vamos começar com a ultima pergunta que esperam que eu faça…

Já alguma vez foram ao circo?
Já viram, certamente, os grandes elefantes.. domesticados..
Já se perguntaram, penso eu, como é possível domesticar tão grandes animais, que com a sua força descomunal, poderiam certamente partir as amarras e fugir..
Eu respondo..

É fácil domesticar um elefante.. basta começar desde que ele é pequeno..
Desde tenra idade, o elefante é preso com umas grossas amarras a uma forte estaca.. ele tenta libertar-se.. mas não tem força suficiente.. tenta, e tenta e tenta.. mas as amarras são fortes e a estaca está bem enterrada.. não cedem.. então o elefante desiste..
percebe que não se consegue libertar e resigna-se com o seu cativeiro.. e vai crescendo..
E então o elefante não precisa de ficar seguro com fortes estacas.. bastam um cordão e um pau espetado no chão.
o elefante lembra-se que quando era pequeno tentou-se libertar.. e lembra-se que não conseguiu.. não se apercebe que cresceu. Que tem uma força que não tinha antes.. e assim, o maior dos animais que existem na terra fica prisioneiro de uma prisão ridícula para o seu tamanho..

Tenho agora uma confissão a fazer…
Eu também já fui um elefante…
Eu também já estive preso por amarras a uma estaca…
e sabem o pior?
Não as conseguia ver… não eram amarras nem estaca físicas…
não prendiam o meu corpo…
Prendiam a minha alma…
Sabem como se chama a estaca? PECADO.
E as amarras? Hábitos.. carne… mundo.

Vou-vos agora contar a minha pequena historia:

Eu tive desde pequeno uma educação católica, mas ha já algum tempo o catolicismo tinha deixado de dar respostas às minhas perguntas…
Há uns meses atrás conheci uma família, que frequenta esta igreja..
aceitei um convite para vir a uma reunião, e frequentei outras reuniões até ser convidado para um encontro de jovens no Porto.
Nesse dia tudo aconteceu.
Eu quis falar, eu quis ouvir.. eu sentia-me bem.
Nesse dia recordei-me de um dos poucos excertos da bíblia que conhecia…

Êxodo 14:15,16

15. Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? diz aos filhos de Israel que marchem.
16. E tu, levanta a tua vara, e estende a mão sobre o mar e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.

e compreendi esse pequeno excerto. Compreendi o pormenor que faltava. Primeiro “eles que marchem”. Depois o mar se apartará. Precisamos agir para que Deus se possa manifestar em nós pelo Espirito santo. E senti vontade de pegar numa biblia e falar desse excerto às pessoas que estavam comigo.. ridículo! quem era eu, para querer falar da biblia a pessoas que a conheciam muito melhor que eu? Mas fi-lo.. e senti-me bem…
Nesse dia apercebi-me também que a minha caminhada até ali não tinha começado apenas uns meses antes, quando entrei nesta igreja pela primeira vez. Tinha começado já anos antes… com acontecimentos que apenas nesse dia percebi porque tinham acontecido, e que tinham sido essenciais para que eu estivesse naquele sitio naquele dia, para ouvir o que precisava ouvir.
Tal como no pequeno teatro que acabamos de ver, nesse dia Deus disse-me: Corta! Pára o que andas a fazer… Vem até mim…
E nesse dia eu aceitei Cristo.
Admiti a minha fraqueza, e roguei a Cristo que salvasse a minha alma.
E Ele fê-lo. Eu senti isso…
Devo confessar uma coisa.
Eu antes de crer em Cristo não conseguia voar.
Agora continuo a não conseguir.
Também não ganhei o Euromilhões, nem todos os meus problemas se resolveram miraculosamente.
Mas a minha vida ganhou um sentido.
É diferente quando a nossa vida tem sentido.
É mais fácil suportar e contrariar as tormentas quando se sabe que há algo mais no fim de tudo isto. Que há algo melhor.
Porque o Senhor prometeu. E Ele cumpre as suas promessas.
Mas eu continuo a ser pecador.. não o consigo evitar nesta vida…
Mas a diferença vital é que agora não quero pecar!
As tentações continuam a existir, e cada vez mais fortes.
Mas agora sinto-me diferente. Mais capaz de as enfrentar. Porque quero. Porque creio que Cristo derramou o seu sangue na cruz para me salvar, e assim, e só assim, poderei ser limpo da minha impureza humana. Não há nada mais que eu possa fazer, apenas aceitar esta dádiva que me foi dada. A mim e a cada um de vós.

Para terminar, voltemos um pouco atrás, à historia do elefante.
Eu estava preso, e os meus grilhões eram fortes demais para mim, tal como o jovem elefante. Então Cristo quebrou a estaca chamada PECADO.
Cabe-me agora a mim resistir às amarras que já não têm mais força para me prender. Pois, tal como o elefante, em Cristo eu cresci.
Apenas a fé me salva. Mas o mundo precisa das obras…

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